13 de ago de 2008

Grupo Supren faz terceira reunião sobre as Metas do Milênio no Brasil

Condicionando a humanidade para o governo da besta:

Tanto mais que, por ser dado ao vinho é desleal; homem soberbo que não permanecerá; que alarga como o inferno a sua alma; e é como a morte que não se farta, e ajunta a si todas as nações, e congrega a si todos os povos. (Habacuque 2 : 5)

Assim como alguns evangélicos, os aderentes da Nova Era começam a criar estratégias para mobilizar a sociedade em nome das metas do milênio.

O grupo de Trabalho SUPREN-01 realizou no dia 3 de junho sua terceira reunião de trabalho, na sede da UNIÃO PLANETÁRIA, para dar continuidade ao debate sobre a implantação das Metas do Milênio no Brasil. As reuniões acontecem todas as primeiras terças-feiras de cada mês, e visam organizar, por meio de trabalho de equipe, um conjunto de ações práticas orientadas para apoiar a implementação da chamada Agenda Brasil.A reunião contou com a participação de trinta e seis pessoas e teve como foco principal a questão da meta número um que é “acabar com a fome e a miséria”. A idéia é reforçar o movimento de conscientização e mobilização da sociedade na busca de soluções para as graves questões sócio-ambientais e econômicas, fazendo com que cada cidadão assuma compromisso com mudanças necessárias de comportamentos, hábitos e atitudes que permitam um Brasil e um mundo sustentável e justo para todos.Ainda que estudos recentes apontem uma redução nos níveis de pobreza no Brasil nos últimos quatro anos, a consecução coletiva da primeira meta do milênio está ainda longe de acontecer e pode até se agravar, em decorrência dos aumentos nos preços dos alimentos que vêm ocorrendo ultimamente. Acabar com a fome a e a miséria representa um grande desafio que depende não apenas das políticas de governo, mas, também, do esforço dos diversos agentes da sociedade civil organizada.


A erradicação das condições de pobreza extrema e do ciclo da fome endêmica requer consciência da responsabilidade social, com participação de empresas e organizações públicas e privadas, organizações sem fins lucrativos, movimentos de solidariedade, grupos comunitários e do próprio cidadão comum. Todos podem ser ativistas dessa grande frente e desenvolver, conforme suas capacidades, ações que contribuam para eliminar a pobreza e a miséria. Os direitos humanos fundamentais incluem o direito à alimentação e à vida, à saúde, à educação, ao trabalho e ao bem-estar, aspectos interligados que conduzem tanto à sustentabilidade social como à ambiental