3 de nov de 2007

Qual o objetivo final dos direitos humanos?




A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um dos documentos básicos das Nações Unidas e foi assinada em 1948. Nela, são enumerados os direitos que todos os seres humanos possuem.
Preâmbulo

Considerando que o desprezo e o desrespeito pelos direitos humanos resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os todos gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade foi proclamado como a mais alta aspiração do ser humano comum,

Quando lemos a declaração dos direitos humanos criado pela ONU temos uma primeira impressão de justiça para a humanidade. Na verdade ela está muito longe de ser justa principalmente para os cristãos verdadeiros; releia novamente o preâmbulo com o texto principal em destaque:

Considerando que o desprezo e o desrespeito pelos direitos humanos resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os todos gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade foi proclamado como a mais alta aspiração do ser humano comum,

Ora, isso quer dizer que em nome de uma necessidade ou força maior todos os artigos dos direitos humanos perdem a validade. A prática de tortura e perseguição finalmente podem executadas.

Mas antes da ONU sair matando e torturando os cristãos verdadeiros por ai é necessário fabricar um motivo. Nesse caso basta usar o artigo II:

Artigo II.
1. Todo ser humano tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, idioma, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.


Quando a ONU diz : “ sem distinção de qualquer espécie”, quer dizer na verdade : “ sem a existência de uma verdade de qualquer espécie “. Para a ONU os ensinamentos do Senhor Jesus não podem ser a única verdade para a humanidade, por isso devem ser excluídos do governo mundial, afinal, eles representam uma ameaça para a preservação da unicidade.

Agora em nome da “necessidade ou unicidade global” o artigo V dos direitos humanos pode ser executado, a palavra ninguém pode ser substituída por alguém:

Artigo V.

Ninguém será submetido à tortura a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante.

E se usarmos essa mesma técnica e aplicarmos na carta da terra e no Estatuto da Criança e do Adolescente teremos toda a sociedade global cumprindo a profecia Bíblica abaixo:

SABE, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.

Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,

Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons,

Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus,

Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.


II Timóteo 3 (1:5)

O artigo II dos direitos humanos está construindo hoje, através da mídia, a mesma sociedade "humanitária" descrita em II Timóteo 3 (1:5) . Afinal, matar em nome da paz não será um ato de violência e sim de preservação da unicidade.

Bento XVI estava errado quando disse: “Não se deve misturar política com religião”, pois se alguém fizer isso descobrirá a verdade e com certeza não é esse o seu objetivo.