22 de out de 2008

As conseqüências futuras do desarmamento

Resumo da notícia:
Campanha do desarmamento será retomada, diz governo. Segundo o Ministério da Justiça, a campanha será nos mesmos moldes da anterior...O secretário executivo informou que a campanha será retomada durante a aplicação do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), em municípios e estados.
fonte: G1

Foi o profeta Baha’u’llah que criou a iniciativa do desarmamento durante o século 19 e implantou essa meta através de seus seguidores em escala mundial via ONU. Essa ordem de desarmamento está escrita no artigo K-159 do seu livro mater o Kitáb-i-aqdas:

K159. “Proibiu-se-vos o porte de armas, salvo se essencial...”

Um dos objetivos desse projeto é desarmar a população e financiar o exército mundial (o essencial para a “paz global”). A “grandiosidade” desse projeto é muito elogiada por deputados com caráter mais que duvidoso como descrito abaixo:

Luiz Gushiken do PT (ver a influência Bahá'i na política brasileira) “...Decorre desse princípio a arquitetura do mais grandioso projeto político jamais imaginado pelo homem: uma instituição mundial, que com seus poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e Militar..”

O os governantes e políticos baseiam-se na promessa de paz feita por Baha’u’llah descrita no artigo K-37 do kitáb-i-aqdas. Nesse artigo ele diz que não surgirá nenhuma revelação direta de DEUS além da sua:

K- 37. Antes de expirado um milênio completo, quem afirmar ser portador de uma Revelação direta de Deus será seguramente um impostor mentiroso.

O profeta Bahá’u’lláh é dos desatentos! Isso acontece por que ele criou uma interpretação totalmente errada da Bíblia. Em breve surgirão dois profetas portadores de uma revelação verdadeira e direta de DEUS que são as testemunhas mártires, isso vai deixar a comunidade Bahá’i furiosa devido a quantidade de pragas e pestes que ocorrerão em um período de 1260 dias.

Estes têm poder para fechar o céu, para que não chova, nos dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue, e para ferir a terra com toda a sorte de pragas, todas quantas vezes quiserem. (Apocalipse 11 : 6)

O desarmamento para a Ordem "fraternal" Bahá'i
Ordens Fraternais - A parte inferior desta carta do jogo illuminati diz: "Você pensa que eles parecem bobos com aqueles barretes e suas lambretas. Se você soubesse o que aqueles barretes realmente significam, nunca riria de mais nada novamente." Saiba abaixo por qual motivo:


Outro agravante é que a fé Bahá’i sempre usou espadas. Na foto ao lado vemos Shoghi Effendi (o guardiao da fé) com a sua arma “preferida” na cintura. O uso de espadas foi supostamente proibido durante o Ridván, festival Bahá’i de doze dias em homenagem a proclamação de Bahá'u'lláh, pela mesma crença descrita no artigo K-37. Com o surgimento das testemunhas mártires, a fé Bahá’i será obrigada a revogar o artigo K-37 através do artigo K-162 e aprovar novamente o uso dessa arma:

K-162. Se Ele decretar lícito o que desde tempos imemoriais fora proibido, e se proibir o que sempre se considerara legítimo, a ninguém é dado o direito de Lhe questionar a autoridade.

Os Bahá’i acham que são os verdadeiros e únicos eleitos de DEUS e por isso eles possuem o direito de usar espadas ou quem eles indicarem. Isso seria um retorno da [1] raça ariana idealizada por "hitler." Em seu livro seleções dos escritos de Baha’u’llah ele garante essa superioridade para o povo de Bahá:

XVIII ...Apreciai o sabor, ó povo de Bahá. Sois, em verdade, aqueles que serão felizes. É isto que os próximos de Deus atingiram...”

Para cometer um ato de covardia desses é necessário que recebam antes o falso “espírito santo”. Um falso batismo criado por satanás provocará a sensação temporária de êxtase e também distúrbios emocionais.

A irritação mental causada por esse distúrbio provocará a ira ao ponto de matar à espada todos aqueles que não adorarem o profeta Bahá’u’lláh como DEUS. Essa forma de morte cruel, apesar de antiga, possui base Bíblica e por isso surgirá novamente:


Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos. (Apocalipse 13 : 10)
...
[1] A raça ariana também teve origem na Pérsia (atual Irã):
Este termo foi utilizado pela primeira vez pelo diplomata e escritor francês conde Arthur de Gobineu (1806-1882), segundo Gobineu, baseado na teoria de Friedrich von Schlegel, existia no antigo um povo, os arianos, que originaram-se na Ásia Central, migrando para o sul e para o oeste, chegando à Europa e a alguns territórios que hoje estão o Afeganistão, a Índia e o Irã.