1 de out de 2008

A cidadania mundial já está até nos banheiros


Os princípios da diversidade (ou unidade) global podem ser aplicados inclusive nos banheiros por uma exigência do movimento gay.

Primeiramente é necessário entender o que é esse conceito inspirado no ensinamentos de Baha’u’llah:

“...A cidadania mundial engloba( ...) a tomada de decisões de maneira cooperativa em todos os níveis da sociedade; a igualdade dos sexos (...) e, a disposição de sacrificar-se pelo bem comum...”

O “bem comum” é a unidade mundial (Habacuque 2:5). Na nova ordem até os banheiros já começam a ser vistos como brilhantes raios do sol "divino" da unicidade global, onde homens e mulheres compartilham os mesmos banheiros devido a exigências de gays e lésbicas. Afinal...no vale da unidade não existe nenhum padrão ético ou moral para o futuro cidadão global:

O VALE DA UNIDADE
“...Ele contempla todas as coisas com a vista da unicidade, e vê os brilhantes raios do sol divino, que emanam do ponto do alvorecer da Essência, atingirem igualmente todas as coisas criadas...”.

E assim mais uma voz que sai dos trovões do Apocalipse ruge procurando sua vítima e dessa vez ela apareceu na Universidade de Manchester.

Notícia:

O centro acadêmico de uma das maiores universidades da Grã-Bretanha criou polêmica ao transformar seus banheiros em recintos unissex, atendendo a pedidos de estudantes transexuais.

O centro acadêmico da Universidade de Manchester, no norte da Grã-Bretanha, mudou as placas dos banheiros femininos de “mulheres” para simplesmente “banheiros”, e dos masculinos para “banheiros com mictório”.

As mudanças são em resposta a reclamações de estudantes transexuais que não se sentem à vontade para usar o banheiro masculino.
Um jornal da universidade, que tem 35 mil alunos, criticou a medida, mas a União Estudantil da Universidade de Manchester defende a iniciativa, dizendo que ela é necessária para combater a “transfobia”.

O centro acadêmico não revelou quantas reclamações recebeu de estudantes transexuais, mas disse que a questão era importante para “um número significativo”.
“Se você nasce mulher, mas se define como homem, poderia ter o direito de ir ao banheiro masculino”, disse Jennie Killip, membro da organização, em entrevista à BBC.

“Você não precisa necessariamente fazer uma cirurgia para mudar de sexo. Basta apenas se definir como sendo do outro sexo”, acrescentou.
Algumas alunas entrevistadas pela BBC criticaram a medida, dizendo que não se sentirão à vontade ao freqüentar o mesmo banheiro que homens.