17 de abr de 2008

Uma análise do discurso de Bento XVI nos EUA


Na epístola de Baha’u’llah enviada aos cristãos, o papa (seja quem ele for) deve trabalhar pela unificação espiritual da humanidade (processo ecumênico), pela concretização da nova ordem mundial e principalmente fazer o pronunciamento declarando que a Besta do Abismo é um “deus”. Em alguns trechos do seu discurso ele revela que está cooperando totalmente com a nova ordem mundial:

No texto abaixo os problemas políticos e financeiros só serão resolvidos através do dialogo religioso, por esse motivo o governo mundial espiritual formado pelo parlamento das religiões, a Besta de dois chifres e a Besta do Abismo são mais importantes que a reforma do conselho de segurança da ONU (besta de 10 chifres):

“Agora que a nação deve afrontar questões sempre mais complexas, seja na política ou na ética, acredito que os americanos poderão encontrar em suas crenças religiosas uma fonte de discernimento e uma inspiração para perseguir um diálogo racional,”


O Sacrifício em nome do “bem comum” ,nesse caso os menos favorecidos, deixa claro que a marca da besta também possuirá um valor de ajuda ao próximo:

“A defesa da liberdade chama a cultivar a virtude, autodisciplina, o sacrifício pelo bem comum e o sentido de responsabilidade diante dos menos favorecido”


Assim como Baha’u’llah o Papa também acredita que será possível reconstruir o paraíso na terra através de reformas políticas, sociais e econômicas, ele justifica a sua teoria com a leitura de (Gn 1, 26-27). Esse tipo de pensamento vai contra o Apocalipse, pois a terra será totalmente destruída...

“A Igreja, por sua parte, deseja contribuir na construção de um mundo sempre mais digno da pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus (Gn 1, 26-27).”

...Além do mais a ONU trabalha por um mundo que seja a imagem e semelhança da Besta e não de DEUS, pois o Senhor Jesus nunca disse que o seu reino seria desse mundo:



Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui. (João 18 : 36)

Continuando a análise um dos principais objetivos dessa visita será um discurso sobre a ONU e os direitos humanos que ele deve fazer. O Papa defende o conceito de unicidade global através da solidariedade e cooperação entre os povos:

“A este respeito, no 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem, a exigência de uma solidariedade global é mais exigente do que nunca,”

A solidariedade global consiste em sacrifícios extremos em nome do bem comum. Ele afirmou isso um pouco antes de concluir o seu discurso:

“A defesa da liberdade chama a cultivar a virtude, autodisciplina, o sacrifício pelo bem comum...”

O sacrifício em nome do bem comum consiste em suspender temporariamente qualquer direito humano em nome da nova ordem mundial. Os direitos humanos que a ONU tanto fala não foram criados por DEUS, logo, se alguém luta pela implantação total desses direitos como solução dos problemas da humanidade está trabalhando para o governo da Besta, pois tal legislação foi criada usando os princípios da lei do kitab-i-aqdas escrito por Baha’u’llah.



Esse mundo descrito abaixo nunca existirá, pois a nova ordem mundial não passa de uma dialética Marxista ) infinita composta por problemas, soluções e novos problemas:

"Um mundo onde a dignidade e os direitos dados por Deus a cada homem, mulher e criança sejam tidos em consideração, protegidos e promovidos eficazmente"



Esse discurso comunista foi um ensaio do que está por vir, pois Bento XVI está seguindo a risca a nova ordem mundial de Baha’u’llah.



Assim como o presidente “lula”, Bento XVI parece que está ocultando de seus seguidores o que realmente acontece nos bastidores da Nova Ordem Mundial.



Mas nada há encoberto que não haja de ser descoberto; nem oculto, que não haja de ser sabido. (Lucas 12 : 2)


Leia o discurso na íntegra em: