17 de jan de 2008

O triunfo do coletivismo


Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. (João 16 : 33)

O assim-chamado mundo livre não existe mais. As poucas liberdades que restaram estão agora sujeitas à restrições ou a supressão a qualquer momento que o governo disser que é necessário para lutar contra a criminalidade, as drogas, o terrorismo, a pornografia, a discriminação, ou qualquer outro bicho-papão que supostamente se coloque no caminho do bem maior para o número maior de pessoas. O coletivismo triunfou em todo o mundo. Não existe mais barreira alguma que impeça os Estados Unidos de se fundirem confortavelmente com a União Soviética - ou qualquer um de seus clones, incluindo a Rússia e a China modernas. O sonho de Cecil Rhodes está agora nos estágios finais de se tornar realidade.


Logo após a Segunda Guerra Mundial, fundações gigantescas isentas de impostos, como a Fundação Ford, o Fundo Carnegie Para a Paz Internacional e a Fundação Guggenheim, começaram a alterar o fulcro social e político da América para adotar o governo mundial baseado no modelo do coletivismo. Eles diziam que o modo mais confiável de conseguir isso era por meio da guerra. Quando as pessoas temem por sua segurança pessoal e pela segurança nacional, humildemente aceitam a adoção de medidas totalitárias de seu próprio governo e não oferecem resistência à entrega da soberania nacional.


Essa estratégia continua a ser aplicada hoje. O grupo ambientalista conhecido como Amigos da Terra, que promove o ímpeto do CFR por mais governo e o abandono do princípio da soberania nacional, expressou isso da seguinte forma: "Que preço a maioria das pessoas estaria disposta a pagar por um tipo de organização humana mais durável - mais impostos, abrir mão das bandeiras nacionais, talvez o sacrifício de algumas da liberdades arduamente conquistadas?"

"O sacrifício de algumas de nossas liberdades arduamente conquistadas" é um modo delicado de descrever tudo. Uma explicação mais explícita foi fornecida pelo general Tommy Franks, o comandante-em-chefe na primeira Guerra do Golfo Pérsico e, mais tarde, no Afeganistão e no Iraque. Ele disse:"O mundo ocidental, o mundo livre, perde aquilo que mais amava, isto é, a liberdade... O que isto significa? Significa o potencial de uma arma de destruição maciça e um evento terrorista produzirem um grande número de mortos e feridos, em algum lugar no mundo ocidental - pode ser nos Estados Unidos da América - que faça nossa população questionar nossa própria Constituição e começar a militarizar o país de modo a evitar a repetição de outro evento com um número gigantesco de vítimas. Isto, de fato, começará então a potencialmente desmanchar o fulcro da nossa Constituição."


Talvez a descrição mais explícita desse processo tenha sido fornecida por ninguém menos que Hermann Goering, o segundo homem na hierarquia na Alemanha nazista e o sucessor designado de Adolf Hitler. Falando em sua cela na prisão durante o Tribunal de Nuremberg, Goering disse:
"Obviamente, o povo comum não quer a guerra, nem na Rússia, nem na Inglaterra, nem nos Estados Unidos, e muito menos na Alemanha. Isso é compreensível. Mas, afinal, são os líderes do país que determinam a política, e é sempre uma simples questão de arrastar o povo, seja em uma democracia, em uma ditadura fascista, em um sistema parlamentarista, ou em uma ditadura comunista.... O povo sempre pode ser levado a fazer a vontade dos líderes. É muito fácil. Tudo o que você tem a fazer é dizer que o país está sendo atacado e denunciar os pacifistas por falta de patriotismo e por exporem o país ao perigo. Funciona da mesma forma em qualquer país."