21 de mai. de 2008

A parábola sobre a decapitação dos cristãos na maçonaria


A LENDA DO NONO GRAU “MESTRE ELEITO DOS NOVE

Para vingar a morte do Grande Arquiteto do Templo o rei Salomão, nesse caso é o Anticristo, escolheu nove homens que foram enviados para essa missão. O número três é responsável pela organização política do governo do Anticristo (matar, governar e denunciar), com isso a maçonaria diz abertamente que a forma de governo é: 1 (3+3+3) e que foi projetada pelo Grande Arquiteto do templo e não pelo Anticristo. Essa é a mesma forma de governo proposta por Baha’u’llah para a grande Assembléia Mundial e que a ONU está trabalhando para que seja estabelecida em breve. No total temos 10 elementos que foram apenas distribuídos de forma proporcional, mas que representam a Besta de 10 chifres descrita no livro de Apocalipse ( 17:12).

Após executarem os três opositores do governo do Anticristo esses nove homens foram condecorados e receberam o título “eleitos dos nove.” A lenda termina com duas opções de morte: Suicídio ou decapitação.

Essa lenda é na verdade uma parábola de como o governo do anticristo será mentiroso é cruel, pois a Bíblia nos diz que todos aqueles que não adorarem a besta serão mortos:

E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. (Apocalipse 13 : 15)


Mentiroso por que ele poderá muito bem usar a mídia globalista para dizer que as pessoas presas no seu governo se suicidaram. E quem dará a sentença secreta será o seu “deus” (Dn 11:39) e ele como um executivo apenas “executará” as ordens.

Ora, quem poderia ser esse deus? Em AP 17:8 diz que ele foi um homem e que está morto. Em AP 13:14 nos diz que será feita uma imagem para representar esse homem. Em Ap 13:16 diz que o sinal que representava esse homem será colocado na mão ou na testas das pessoas e que através desse sinal ele falará. Em Dn (11:20) diz que esse homem viveu na pérsia e tentou unificar as religiões, por tanto, foi um líder espiritual. A única pessoa que preencheu todos esses requisitos no mundo foi Baha’u’llah, somente ele criou um sistema de governo teocrático com o seu sinal, nome e o número de seu nome na face da terra.

Abaixo a lenda do Mestre dos Noves na íntegra:

Uma vez terminados os funerais de Hiram, quis Salomão vingar a morte de seu Grande Mestre Arquiteto. O desaparecimento dos três Companheiros do local dos trabalhos descobria a identidade dos assassinos.

Enquanto Salomão nisto meditava, chegou um desconhecido – GUARDIÃO DE REBANHOS, ou seja a Constelação da CABRA – que pede audiência e logo revela que conhece o lugar onde se ocultam os três malfeitores.

O Rei reúne os mestres mais velhos, que eram quinze, e deles, foram escolhidos nove para a perigosa expedição, havendo, para isto, colocado os nomes numa urna. O primeiro a sair foi o nome de Johaben, que, desta forma, ficou designado o chefe da expedição; em seguida, da mesma maneira, foram escolhidos os outros oito Mestres para acompanhá-lo. Depois Salomão recolheu-se a um lugar mais isolado, só com os nove Mestres eleitos, revelando-lhes o lugar desconhecido e acertando com eles sobre a maneira de se capturarem os criminosos para vingar o assassinato de Hiram.

Os nove Mestres, para não ser notados, saíram nessa mesma noite, guiados pelo pastor desconhecido que se havia oferecido para servir de guia. Ao aproximar-se o pôr-do-sol, todos chegaram ao lugar da caverna, chamada BEN-ACHAR (que segundo alguns significa “filho do estrangeiro”), onde os três tinham o costume de se recolher.

Dois dos assassinos, quando regressavam à caverna, notaram a presença dos Mestres e fugiram precipitadamente entre as rochas. Oito Mestres, menos Johaben, os perseguiram, e apesar dos obstáculos do terreno e de estarem cansados da viagem, ganharam vantagens sobre os perseguidos, até que, finalmente, os assassinos, vendo-se perdidos, sem salvação, por se acharem diante de um abismo, sem outro caminho aberto, preferiram lançar-se no espaço do que ser presos. Desta maneira seus perseguidores apenas conseguiram encontrar seus cadáveres.

Johaben, afastado dos demais, esperando o êxito de sua busca, notou que o cão do pastor (Cão Maior das Constelações) seguia a pista de alguém que entrara na gruta; Johaben, descendo os nove degraus talhados na rocha, descobre no fundo o mais culpado, isto é, aquele que havia dado o golpe mortal e que naquela hora se dispunha a descansar.

O assassino, vendo-se descoberto pelo Mestre – não pôde resistir seu olhar – tomou o punhal com o qual pensava defender-se e o cravou no próprio peito, traspassando o coração, antes que Johaben pudesse impedi-lo.

Outra lenda diz que Johaben matou o culpado e cortou-lhe a cabeça, mas, os mistérios da verdadeira Iniciação não permitem ao Iniciado que se vingue, matando o delinquente com suas próprias mãos, porque este direito pertence à Lei.

Descansaram, então, os nove Mestres até o alvorecer do dia seguinte, e logo apressaram-se em cortar a cabeça dos três criminosos; em seguida empreenderam viagem à Jerusalém onde chegaram ao anoitecer (talvez do dia subseqüente) porque a distância do porto de Jafa até a capital e de 60 quilômetros em linha reta.

Satisfeito Salomão com o resultado da expedição, e em recompensa pelo zelo dos nove expedicionários permitiu que seguissem gozando o título de ELEITO DOS NOVE, título que tão bem haviam merecido. Depois se lhes acrescentaram outros Mestres que se distinguiam por seus serviços, e assim chegaram a ser QUINZE ELEITOS, entre os quais aquele pastor desconhecido que guiou os nove Mestres na busca aos assassinos.

As três cabeças e os instrumentos de construção, cuja finalidade havia tão criminosamente PERVERTIDO, foram expostos por três dias ante a vista exclusivamente dos obreiros. Depois foram queimados e suas cinzas jogadas ao vento. Desta maneira, tanto o crime como o castigo permaneceram em segredo do qual só os Iniciados podem se inteirar E QUE TÃO-SÓ OS MESTRES PODEM COMPREENDER.


Para se distinguir, adotaram os Eleitos uma faixa negra que levavam do ombro esquerdo às costas do direito, e em cuja extremidade pendia um punhal com o qual ABIBALAC, o assassino se matou, como fez Judas séculos depois ao vender seu Mestre. Para se reconhecerem entre si, usaram palavras e sinais relacionados com a ação levada a cabo pelos primeiros nove, e, assim, os elevados a este grau foram os vigilantes dos obreiros e mestres da Obra para que não se repetisse aquele doloroso acontecimento do Grande Arquiteto do templo.
Referência:
O livro de JORGE ADOUM(MAGO JEFA) DO MESTRE ELEITO DOS NOVE