15 de out de 2007

Física quântica x Holograma x Transcomunicação


A Física Quântica tem sido considerada, no meio espírita, como em alguns grupos religiosos, como sendo aquela que vai confirmar a existência de “deus e do espírito”.

E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. (Apocalipse 13 : 15)

A física moderna no leva ao encontro do Espírito e de Deus. A física quântica pode constituir uma ponte entre a ciência e o mundo espiritual, pois, segundo ela, pode-se "reduzir" a matéria, de forma subjetiva e no domínio do abstrato, até à consciência - causa da "intelectualidade" da matéria. A consciência transforma as possibilidades da matéria em realidade, transformando as possibilidades quânticas em fatos reais. Essa consciência deve apresentar uma unidade e transcender o tempo, espaço e matéria. Não é algo material; na realidade, é a base de todos os seres.

O holograma (usando uma descrição bastante simplificada) é uma fotografia tridimensional conseguida com a utilização de radiação refletida. Ao se expor algo à luz, surge a imagem tridimensional. O importante para nós é lembrar que qualquer parte do holograma contém sua própria imagem inteira.
Por sua vez, podemos nos considerar um holograma do Cosmos, e, como tal, quanto mais nos compreendermos mais compreenderemos o holograma que nos deu origem.

O cérebro age tanto de forma analítica (digital) como holográfica (analógica); os dois complementam-se gerando um “todo” de funcionamento holístico.

A consciência não está em um lugar específico do cérebro, mas ela se espalharia por todo o córtex cerebral, sendo criada a partir das inter-relações computacionais dos neurônios. O sentido de eu individual, liberdade de escolha, intuição, etc., criado por essas inter-relações, é atributo quântico.

A física quântica atesta a nossa importância como co-criadores do Universo. O observador de um experimento é ele mesmo — uma das variáveis.
Então, de qualquer forma, as descobertas da ciência são em última instância descobertas de nossas relações para com elas. Quando apurarmos o ouvido para escutar o Criador, ouviremos o nosso próprio eco reverberando nos confins do Universo.

Não esquecendo o fato de que respostas definitivas são em sua maioria impossíveis, teremos modelos substituídos por outros e, por sua vez, a cada novo horizonte alcançado, outros mais são vislumbrados. Como dizia Sócrates: “Só sei que nada sei”.

Os horizontes abertos pela física quântica são infinitos, tanto ao que tange à sua aplicação prática como às suas teorias, muitas vezes mais fantásticas que os sonhos dos ocultistas e alquimistas.

ORA, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem. (Hebreus 11 : 1)

Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram. (João 20 : 29)